O que vou mostrar aqui é trabalho da minha mulher. É ela quem trata dos animais. Eu, pago o que fôr preciso (se fôr). O tema desta peça comparo-o à crise que desgraçou meio Mundo nos últimos dois anos e meio: uma espécie de jogada dos ricos contra os pobres, do forte contra o fraco, do oportunista contra o pobre coitado. Toda a gente conhece o jogo do gato e do rato. É um jogo de equilíbrio. "Se não tivesse adoptado gatos, hoje em dia estava no manicómio" - diria a minha mulher. "And I said": yes, ya, da, hey, chen-chen... Vale. Vale? Dúvido. A vida é uma luta, que deixamos para mais tarde: antes, temos a limpeza obrigatória para apagar todo o tipo de vestígio incriminatório das nossas acções. Receio que haja hoje em dia uma certa tendência para controlar o jogo de influências através de uma espécie de espionagem consentida (por alguém será. Não?). Através do telemóvel e do computador. Do Ipod? Enquanto brinco, vou pensando no que vou inventar a seguir para continuar este diálogo. E creio que sei. - Aprender a lutar. A lutar bem. E a ser eficaz. 100% (no mínimo). A brincadeira continua. Na brincadeira. Hà instabilidade (isso é um facto), mas hà também esperança de recuperação e aprendizagem "felinas" - o que é no mínimo pedir muito para a raça dos macacos. Como se pode ver nas imagens, a magia, a leveza de espírito e descontracção, são propícios à felicidade do Ser: seja ele humano ou animal. Acredito mesmo que o humano é muito mais feliz interagindo com o mundo animal, muito mais do que poderá imaginar nesta fase cibernética que a sociedade atravessa: computador, computador. Facebook. My space, you Tube, horever - como dizem os parolos finos. À censura na rede (?). Às vezes parece. Vamos jogar. Ao corre e dança, ao morde e ferra. Hey. Beauté. Koulèlé...
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Blogue para apreciadores de gatos
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
fim do actual ciclo solar
Estamos a chegar ao fim de mais um ciclo solar de (por média) 11 anos terrestres. Como já todos devemos ter reparado, as mudanças climatéricas e outros fenómenos análogos têm-se manisfestado de forma muito pouco convencional. E isto é apenas o princípio.
Creio que vamos passar por fases climatéricas e tectónicas mais violentas no futuro.
Receio mesmo a destruição maciça de certas áreas de risco (mais ou menos) negligênciado à face da Terra.
O desequilíbrio de forças torna-se dia a dia mais evidente. A raça humana transformou-se numa praga generalizada e nefasta a nível global. E eu faço parte dela.
Nostradamus falhou a previsão do apocalipse, mas será que ele não está nas nossas próprias mãos?
A sombra da raça humana acabará por secar a Terra?
Tenho medo do Sol, do vento, da chuva e da lama.
Tenho medo dos cometas; oscilações no eixo da Terra; irradiações cósmicas de raios-gama; alterações na rotação do campo magnético no núcleo; prematuras idades do gelo; erupções Solares; terramotos; tsunamis, e que o céu me caia em cima da cabeça - como diria Astérix.
Não estou a querer ser alarmista nem péssimista com este tipo de observações: no entanto ao longo da vida vou notando as mudanças, e o que elas estão a provocar no Mundo.
Tenho imensos comentários gravados sobre este tipo de questões que posso mostrar para acabar com a ignorância (muitas vezes consentida) das pessoas. Também os poderiam ter visto (e gravado) nos canais temáticos se quisessem e se interessassem pelo assunto.
Uma coisa é certa. Nunca vi tanto Sol nas minha vida como este ano. E os Americanos estão convencidos que ele vai espilrrar violentamente no fim do ciclo. Para o ano? Para o próximo? Mau. "Bad feeling".
O Mundo dos insectos está a adaptar-se rápidamente às alterações climatéricas, e tenho observado com frequência a aparição de novas espécies que nunca vi. Isto para não falar na recuperação efectiva de várias espécies de aves quase extintas por aqui, e que agora estão a reaparecer no nosso céu.
O Mundo é alucinante. A vida dolorosa e stressante, e o futuro... (a atenção faz o Mundo).
Será que ainda terei de construir um chapéu ultra-violeta para andar por aí?
God damn...
E um raio me carregue.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A homenagem tardia mais do que merecida
Venho neste blogue prestar homenagem ao meu amigo Jorge "Foto-artis" de Espinho: o melhor amigo que um homem pode desejar. Infelizmente já morto. Este pequeno documentário é a derradeira condolência, e há anos que estou para a fazer. As imagens são quase premonitóriaa sobre o que iria suceder a seguir, de forma inesperada. São como que a antevisão do futuro inevitável: a derradeira abordagem ao divino. Foi este o homem responsável pelo meu gosto fotográfico. Gostava de dizer mais palavras bonitas, mas como dizem os Japoneses - "nunca fales da sua morte". "Stay in peace, my friend". "And God be with you". See you soon.
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Epitáfio de uma desgraça
domingo, 31 de janeiro de 2010
Viciado em arte musical
Continuo a trabalhar nos preparativos para o meu regresso ao mundo da música.
A literatura tem ocupado grande parte dos meus esforços, mas com o declínio da visão e o meu gosto (mais do que muito por ela) é inevitável.
Tenho comprado alguns instrumentos novos e trabalhado no aperfeiçoamento das minhas percussões. Construí também algumas novas.
Infelizmente a placa de som ainda não foi instalada, porque o técnico da loja de computadores tem andado demasiado ocupado. Mas é tudo uma questão de tempo para ver se pela terceira (ou quarta) vez, ela irá finalmente funcionar. Só o diabo sabe a seca que esta placa já me deu (e continua a dar). Estou no entanto esperançado que seja desta. Também se não fôr viro o barco e parto para outro sistema de captação de som.
Fazer música é o meu incentivo. Não tenho pachorra para tocar apenas por tocar. Quero compôr e pôr em prática a minha habilidade nesse capítulo. Adoro música, e ponho-a acima de todas as outras formas de arte: tal como Krishna, quero pegar na flauta e encantar a minha existência com a sua magia.
Comprei também um tambor "djembe" e um gongo médio. O tambor está ainda frouxo e o gongo necessitava de macetas para o tocar. Construí-as eu próprio à minha maneira. Ficaram tão loucas que o Palácio da Música as quer ver.
Ó Sol, senhor do calor e da vida, aparece. Eu sei que o ano passado foste mais do que generoso comigo; mas sem ti não tenho grande vontade de tocar. Tal como os passarinhos, o frio inibe e esfria o espírito. Como não tenho (nem posso ter) uma lareira, tu és a minha salvação.
Gostaria de arranjar também alguém com quem tocar.
Já tive um guitarrista louco, tão louco que acabou por ter de ser despachado da minha vida: facto que lamento.
Era extremamente vaidoso e convencido que era bom. Andavam bué de gajas atrás dele (gajas): e logo por azar começou essa ginástica com a irmã do Cismas.
Tinha uma escola de música com sucesso (violão, guitarra).
Cozinhava muito mal, e tratou pior a mãe à nossa frente, sem motivo aparente (um dia em que estavamos a preparar qualquer take sonoro, ou ideia, na hora, no cubículo-estúdio dele); não quero dizer que não tenha tratado 30 vezes pior a minha que ele: mas enfim. Não tinha espectadores a ver.
Tivemos muitos encontros, lá e cá - Paços/Espinho, e construímos algumas bases sonoras interessantes. Tenho fotografias da gente a ensaiar na minha casa em construção, juntamente com o Tiago, um puto baterista amigo dele, filho de um músico conhecido da zona do Porto. Mais do que o Mota, ajudou-me a construir - "Droga não. Droga pão?" com as suas guitarras, e não vale a pena: o homem sabia mesmo o que eu queria. E as várias guitarras que dispunha não eram para decorar o estúdio. Era um excelente guitarrista.
Durante a gravação desta música na Numérica com a ajuda do Sérgio, este, como não gostava dele (nem confiava no namoro dele com a irmã) deu-lhe semelhante seca, que não resistiu à pressão e vazou, com o rabo entre as pernas, quase a chorar de raiva.
Agora fazia-me, novamente, imenso jeito a sua contribuição.
Já toquei no grupo da banda, mas eram tão medíocres (em todos os sentidos) que deixaram de aparecer aos ensaios quando propuz fazer música nova. E não conheço mais ninguém por aqui (pelo menos enquanto passeio pela freguesia, não ouço música em lado nenhum).
-So. Let´s go see some pictures: ya now!
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saida pouco airosa do mundo da música
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Regurgitação marinha à porta
Na segunda-feira passada dei um passeio junto ao mar, junto às ondas, e observei as alterações provocadas pelas tempestade de Novembro e Dezembro (faço uma leitura do local todas as semanas no mesmo trajecto).
Primeiro comecei a ver muitos ramos do arbusto das dunas, ainda verdes (arrancados brutalmente pelas marés vivas na Costa de Prata)-(Reserva de S.Jacinto e Maceda) na praia: há muitos anos que não via tanta ramagem na praia. Como sempre (nessas circunstâncias) até toros e grandes raizes arrancadas à encosta do pinhal se viam espalhados por toda a parte (o que é o caso). No Inverno a corrente Sul arrasta esses destroços para Norte e espalha-os pelos praias acima.
Depois veio o lixo, reciclado pelo mar: e que lixo.
Grandes novelos de fio de pesca e de nylon, de toda a espécie, côr e espessura, entrelaçados em ramos do arbusto de vários calibres, formas e comprimentos, juntamente com garrafas de plástico e outros objectos do género. Uma amálgama abstracta de materiais não degradáveis - monstros quase invisíveis de fios fortíssimos e duradouros, sentenças de morte para milhares de criaturas, ao longo das suas vidas desperdiçadas de plástico no fundo o Oceano. Monstros de selicone - "como diria o Zappa".
Vê-se também com frequência na areia manchas de fronteira de côr e textura duvidosos: parecem marcas de água de ETAR. Merda mal lavada, e com as correntes fortes dos últimos meses, empurrada para as praias pelas marés.
Vi muitos exemplos o ano passado, e continuo a ver neste. Tenho muita fotografia sobre a matéria (sempre).
Outro aspecto espalhafatoso foi ver um grande fosso cavado pelo mar junto à piscina -o ponto mais fraco da Baía de Espinho. Sempre foi e continua a ser. Mas ir pela praia, e de repente ver aquele penhasco de vários metros de alturas junto à Avenida, dá para alucinar. E do lado do mar, no esporão, cavou uma cova de dez metros de profundidade. Impressionante.
E sai trelin-trac-trinnnn...?
Fiz uma imagem do hotel Costa Verde quase premonitória; se o nível do mar subir (como está previsto).
Assustador.
Janeiro 2010.
- "As pedrinhas do mar são jóias de beleza insignificante".
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Auto-retrato para o facebook
Pessoalmente assumo-me como fotógrafo (tive um bom professor) e tiro milhares de fotografias por ano: mas nunca a mim próprio.
Esta história de pôr uma foto identificativa da minha pessoa exigiu uma preparação especial. O resultado é para dar estrondo e mostrar as minhas qualidades nesse campo específico das artes visuais.
Puz pela primeira vez a mulher a trabalhar com a máquina, e sob a minha orientação ela fez um bom trabalho. Mais. Ficou êxtasiada e diz que se divertiu imenso. Um excelente exercício anti-stress (comentou) e eu acredito.
O Pedro Abrunhosa usa óculos para mistificar a sua figura pública. Eu uso chapéus construídos por mim próprio (quase todos) e ângulos da minha casa para colorirem ainda mais as imagens. Tenho uma casa muito colorida.
A minha marca pessoal são o Sol e a Lua, simbolos máximos da vida na Terra, mas a ideia não é minha. Na verdade os Chineses já os usam à milhares de anos, mas como sou apologista da mesma filosofia adoptei-os também. Espertos, os Chineses.
Não gosto muito de dar a cara, embora chame muito à atenção quando caminho aos fins-de-semana pela rua - uso roupas extravagantes e coloridas, com desenhos de couro e pinturas abstractas interlaçadas com apliques de musica rock cozidas no cabedal.
Claro que quando puxam por mim arriscam-se a levar mais do que o desejado - a minha mulher diz que sou exagerado. Para o cidadão comum devo parecer, mas para mim assumir o controlo de trabalhos longos, pesados, duros e difíceis, é um desafio natural ao qual não posso fugir. Faz parte da minha natureza selvagem.
Vou mostrar aqui e agora também que não preciso de nenhuma editora para fabricar os meus próprios livros.
Numa das imagens vou mostrar o meu livro "aproximação à Alquimia Cibernética", escrito, editado, pintado, encadernado, gravado e totalmente decorado por mim. Sou ou não sou um Mestre Artesão?
Cada qual que ajuize o que quiser.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A proposta cultural Oriental
Faz muito tempo que gostaria de propor esta sugestão, e tenho pouco para a poder ver concretizada.
Hoje em dia, devido aos progressos da tecnologia moderna (a evoluir segundo a segundo) o acesso à cultura universal é quase uma brincadeira de criança. Contudo, nem 1% das pessoas se interessa o suficiente pelo que quer que seja, para ir até ao fundo da questão. A cultura é regional e tradicional, e fora disso é folklore Ianque. Ou da Galiza. Ou de Vanuatu.
Gostaria de ver os responsáveis deste país a (sequer imaginarem) os benefícios de ver implantada nas escolas primárias a disciplina de Yoga.
Pode parecer uma ideia extravagante, mas posso garantir por mim próprio, que o yoga mudou a minha vida , e continua a ser o meu farol de comportamento e percepção do mundo.
No mínimo ia pacificar os putos e dar-lhes uma orientação baseada no livre-arbítrio. O yoga encoraja a liberdade.
Sem necessidade de nenhum tipo de apetrecho ou equipamento, o yoga é saudável, víril e dá acesso a poderes extra-sensoriais.
Ó Krishna, Ó Rama, Ó Vishnu, Ó Ganêz, Ó Hanuman, põe-te lá bem e dá-me a luz, o Atman, o Nirvana (se fôr possível), para eu dormir a vida eterna tranquilamente.
Falando a sério.
O YOGA pode mudar a face das novas gerações. Não aproveitar o conhecimento de outros países, desenvolvido durante milhares de anos (com provas dadas de eficácia) é ser - muito - burro. O Yoga é muito melhor que qualquer disciplina de relegião e moral, sexologia e um psiquiatra extra, com um curso tirado a martelo - muito em voga hoje em dia. Deixam passar os estudantes sem darem provas de conhecimento - sem estudar. Parolos diplomados, perigos públicos (como se têm observado casos de negligência e ignorância em hospitais): sem ética, honra ou rigor. Vendidos ao sistema, ao dinheiro, ao facilismo materialista estupidificado e desprezível.
YOGA é tudo.
Para os curiosos aconselho o trabalho de Ernest Wood - Princípios do Ioga, de 1959-62 - com o título original em Inglês Yoga - editado pela editora Ulisseia.
Este livro continua ainda hoje a ser a minha bíblia.
Hoje em dia, devido aos progressos da tecnologia moderna (a evoluir segundo a segundo) o acesso à cultura universal é quase uma brincadeira de criança. Contudo, nem 1% das pessoas se interessa o suficiente pelo que quer que seja, para ir até ao fundo da questão. A cultura é regional e tradicional, e fora disso é folklore Ianque. Ou da Galiza. Ou de Vanuatu.
Gostaria de ver os responsáveis deste país a (sequer imaginarem) os benefícios de ver implantada nas escolas primárias a disciplina de Yoga.
Pode parecer uma ideia extravagante, mas posso garantir por mim próprio, que o yoga mudou a minha vida , e continua a ser o meu farol de comportamento e percepção do mundo.
No mínimo ia pacificar os putos e dar-lhes uma orientação baseada no livre-arbítrio. O yoga encoraja a liberdade.
Sem necessidade de nenhum tipo de apetrecho ou equipamento, o yoga é saudável, víril e dá acesso a poderes extra-sensoriais.
Ó Krishna, Ó Rama, Ó Vishnu, Ó Ganêz, Ó Hanuman, põe-te lá bem e dá-me a luz, o Atman, o Nirvana (se fôr possível), para eu dormir a vida eterna tranquilamente.
Falando a sério.
O YOGA pode mudar a face das novas gerações. Não aproveitar o conhecimento de outros países, desenvolvido durante milhares de anos (com provas dadas de eficácia) é ser - muito - burro. O Yoga é muito melhor que qualquer disciplina de relegião e moral, sexologia e um psiquiatra extra, com um curso tirado a martelo - muito em voga hoje em dia. Deixam passar os estudantes sem darem provas de conhecimento - sem estudar. Parolos diplomados, perigos públicos (como se têm observado casos de negligência e ignorância em hospitais): sem ética, honra ou rigor. Vendidos ao sistema, ao dinheiro, ao facilismo materialista estupidificado e desprezível.
YOGA é tudo.
Para os curiosos aconselho o trabalho de Ernest Wood - Princípios do Ioga, de 1959-62 - com o título original em Inglês Yoga - editado pela editora Ulisseia.
Este livro continua ainda hoje a ser a minha bíblia.
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